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| 21 | Novembro | 2008 |
Français
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O que fazemos
Esta associação quer ser um espaço aberto a todos os que sentem que é necessário intervir. Estamos convictos de que o mau tratamento dado ao construído antigo se deve principalmente ao desconhecimento do seu valor e dos seus materiais e técnicas, bem como da adequada introdução das tecnologias actuais, quando necessário. Plano de Acções Nível local Nível internacional
É preciso reabilitar o património habitacional, que mantém o tecido social com os seus valores de identidade, de memória, de pertença, de coesão social, de solidariedade. Isto, utilizando o mínimo de meios, com intervenções minimalistas, empregando técnicas e materiais de origem que salvaguardam a autenticidade, respeitando as morfologias e tipologias. Porque há convergência de situações nos bairros antigos Porque estes bairros e centros antigos devem guardar Tudo isto é actual e lança pontes para o futuro… porque a economia do consumo deve parar, se queremos que a terra sobreviva, pois o nosso futuro cultural não pode ser construído sem memórias. A média europeia do peso actual de reabilitação na construção é de 33%, sendo de 47% em Itália e de 23% em Espanha. Deste modo, a reabilitação aparece como sendo uma boa alternativa na construção, que se deve reconverter, mas esta dinâmica poderá levar a um desastre patrimonial, por uma descaracterização maciça do parque construído, se não se fizer aformação adequada de técnicos e artífices e a informação e sensibilização do público em geral. E, principalmente, se não chamarmos a atenção, por todos os meios, sobre esta irremediável perda do retrato de família que é, para cada um de nós, este património, pobre, mas...núcleo de humanização, de cultura e de progresso, razão porque deve ser defendido, amado e ajudado a perdurar.. Acções em preparação Acções realizadas ou em curso |
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Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana
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