• Adesão da OPRURB à Plataforma pelo Património Cultural (18.10.2008)
  • «Falar Lisboa» de Novembro 2008 (17.10.2008)
  • Visita à área de intervenção da SRU Ocidental (17.10.2008)
  • Plataforma pelo Património Cultural: Apresentação Pública (10.10.2008)
  • 21 | Novembro | 2008 Version française Français
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    O que fazemos


    Esta associação quer ser um espaço aberto a todos os que sentem que é necessário intervir.
    Estamos convictos de que o mau tratamento dado ao construído antigo se deve principalmente ao desconhecimento do seu valor e dos seus materiais e técnicas, bem como da adequada introdução das tecnologias actuais, quando necessário.


    Plano de Acções

    Nível local
  • criação de cursos de formação para os diferentes ofícios ligados ao património e à reabilitação urbana, aproveitando os conhecimentos dos que ainda sabem;
  • organização de colóquios, exposições e visitas, para sensibilização aos valores deste património, em risco porque modesto e desvalorizado por falsas noções de progresso e de riqueza;
  • apoio e / ou promoção de acções para a sua salvaguarda e revalorização;
  • estudos e projectos para reabilitação de conjuntos edificados e bairros antigos;
  • projectos de rentabilização de edifícios e objectos patrimoniais propondo usos adequados e mantendo a sua autenticidade de traçado, de materiais e técnicas.


    Nível internacional
  • organização de seminários para troca de experiências e práticas;
  • participação em estudos para definição de princípios que permitam definir políticas de intervenção.



    É preciso reabilitar o património habitacional, que mantém o tecido social com os seus valores de identidade, de memória, de pertença, de coesão social, de solidariedade.
    Isto, utilizando o mínimo de meios, com intervenções minimalistas, empregando técnicas e materiais de origem que salvaguardam a autenticidade, respeitando as morfologias e tipologias.


    Porque há convergência de situações nos bairros antigos
  • que eram a cidade com a sua riqueza diversificada;
  • que perderam os seus habitantes com mais poder económico;
  • que acolheram nova população, normalmente pobre;
  • que envelheceram, empobreceram e degradaram-se;
  • que se despovoaram por abandono;
  • que viram os seus habitantes afastados pela terciarização, o turismo ou o enriquecimento.


    Porque estes bairros e centros antigos devem guardar
  • os seus habitantes modestos que asseguram a diversidade social
  • a função residencial que garante a mixidade funcional


    Tudo isto é actual e lança pontes para o futuro… porque a economia do consumo deve parar, se queremos que a terra sobreviva, pois o nosso futuro cultural não pode ser construído sem memórias.


    A média europeia do peso actual de reabilitação na construção é de 33%, sendo de 47% em Itália e de 23% em Espanha.
    Deste modo, a reabilitação aparece como sendo uma boa alternativa na construção, que se deve reconverter, mas esta dinâmica poderá levar a um desastre patrimonial, por uma descaracterização maciça do parque construído, se não se fizer aformação adequada de técnicos e artífices e a informação e sensibilização do público em geral. E, principalmente, se não chamarmos a atenção, por todos os meios, sobre esta irremediável perda do retrato de família que é, para cada um de nós, este património, pobre, mas...núcleo de humanização, de cultura e de progresso, razão porque deve ser defendido, amado e ajudado a perdurar..



    Acções em preparação





    Acções realizadas ou em curso

  • Iniciativas para a defesa do Aqueduto - 17.02.2005
  • Jantares-Tertúlia na Juventude da Galiza - 2004
  • Seminário - Segundo trimestre de 2004
  • Reflexão - Segundo trimestre de 2004
  • Colóquio - Segundo trimestre de 2004
  • Construções Antigas: Que Futuro? - Segundo trimestre de 2004
  • Pós-Graduação em Administração Territorial Sustentável - 17.10.2003 a 10.07.2004
  • Visita à freguesia da Pena no âmbito das Jornadas Europeias do Património - 29.09.2002
  • Visita de estudo em Queluz - 08.09.2002
  • Obra de reabilitação em Queluz - Início da obra em 2002

  • Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana
    Telefone: (+351) 213.556.902 • Fax: (+351) 213.556.902 • E-mail: info@oprurb.org
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