• Falar Lisboa Outubro 2011: Lorca (26.10.2011)
  • Falar Lisboa Ribeirinho 24 Set 2011 (27.08.2011)
  • Os marcadores do Tempo, visita Julho 2011 (03.07.2011)
  • Santos Populares 2011 (04.06.2011)
  • 06 | Fevereiro | 2012 Version française Français
     Quem somos
     O que fazemos
     Relações

     Secções

     Entrar
    11. Consulta Pública de 26/01/05: alternativa técnica viável do IEP

    Documento 14a
     
    Documento 14b
     
    Documento 15
     
    Entretanto, surgiu uma nova Consulta Pública: a do Estudo Ambiental das Alterações ao Projecto da CRIL. O prazo era até 26 de Janeiro de 2005, tendo o aviso sido recebido a 20 de Janeiro. Nesta Consulta Pública aparece uma nota explicativa do IEP, de Novembro de 2004, sobre a interferência com o Aqueduto das Águas Livres, de que consta, no parágrafo 3 (págs. 5 e 6), a nota seguinte: «Construção da Cril em túnel sob o aqueduto» (documento 14a e 14b, de «Interferência com o Aqueduto das Águas Livres» - Nota explicatica, Nov. 2004; clique nos números ou nas miniaturas à direita para abrir o documento numa nova janela).

    Hipótese 1. Solução sem alteração do nó da Buraca. Esta solução conduz a inclinações de 7%, sendo que a primeira solução OPRURB, idêntica, conduz a 6%.

    É invocada uma execução difícil para manter o Aqueduto. A última solução OPRURB demonstra como sustentá-lo durante a construção do túnel.

    Fala-se em «inegáveis inconvenientes para a exploração», inconvenientes que não são especificados. De resto, a inclinação mais forte acontece já fora do túnel, pelo que se torna desnecessária a ventilação.

    Hipótese 2. O IEP afirma aqui que há uma solução tecnicamente viável. É a solução com alterações do nó da Buraca. Não foi, no entanto, estudada por a CRIL já estar em funcionamento. Ora, em 1989, o nó ainda não estava terminado, e poderia ter sido alterado sem custos. Esta solução é a que preconizamos e estudamos. Já vimos que as alterações não chegam à zona sul de entroncamento dos ramos. Também o facto de o nó estar em funcionamento não é impeditivo. As inclinações dos ramos como vimos estão muito próximas dos 5%. Só a ligação D é que chega a 7,3%, existindo solução para baixar aos 5,7%.

    Vemos, pois, que não há ramos com inclinações indesejáveis e estes não têm de se desenvolver em túnel; a subida é exterior ao túnel não havendo necessidade de mais ventilação; as fundações do viaduto do IC 19 não são afectadas; o viaduto da linha de Sintra não é afectado.

    Por todas estas razões os custos são modestos: €741.000. Face a esta análise foi apresentada, em 25 de Janeiro, uma exposição da OPRURB ao IA com a solução alternativa desenvolvida (documento 15). Em 26 de Janeiro, a OPRURB participou numa conferência de imprensa na Câmara de Amadora.

    [ Índice | Anterior | Seguinte ]


    Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana
    Telefone: (+351) 213.556.902 • Fax: (+351) 213.556.902 • E-mail: info@oprurb.org
    Todos os direitos reservados © OPRURB 2002-2011