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| 06 | Fevereiro | 2012 |
Français
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11. Consulta Pública de 26/01/05: alternativa técnica viável do IEP
Hipótese 1. Solução sem alteração do nó da Buraca. Esta solução conduz a inclinações de 7%, sendo que a primeira solução OPRURB, idêntica, conduz a 6%. É invocada uma execução difícil para manter o Aqueduto. A última solução OPRURB demonstra como sustentá-lo durante a construção do túnel. Fala-se em «inegáveis inconvenientes para a exploração», inconvenientes que não são especificados. De resto, a inclinação mais forte acontece já fora do túnel, pelo que se torna desnecessária a ventilação. Hipótese 2. O IEP afirma aqui que há uma solução tecnicamente viável. É a solução com alterações do nó da Buraca. Não foi, no entanto, estudada por a CRIL já estar em funcionamento. Ora, em 1989, o nó ainda não estava terminado, e poderia ter sido alterado sem custos. Esta solução é a que preconizamos e estudamos. Já vimos que as alterações não chegam à zona sul de entroncamento dos ramos. Também o facto de o nó estar em funcionamento não é impeditivo. As inclinações dos ramos como vimos estão muito próximas dos 5%. Só a ligação D é que chega a 7,3%, existindo solução para baixar aos 5,7%. Vemos, pois, que não há ramos com inclinações indesejáveis e estes não têm de se desenvolver em túnel; a subida é exterior ao túnel não havendo necessidade de mais ventilação; as fundações do viaduto do IC 19 não são afectadas; o viaduto da linha de Sintra não é afectado. Por todas estas razões os custos são modestos: €741.000. Face a esta análise foi apresentada, em 25 de Janeiro, uma exposição da OPRURB ao IA com a solução alternativa desenvolvida (documento 15). Em 26 de Janeiro, a OPRURB participou numa conferência de imprensa na Câmara de Amadora. [ Índice | Anterior | Seguinte ] |
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