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5. Procura de solução alternativa
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Documento 5 |
Para impedir a demolição do Aqueduto, e proceder de acordo com o dispositivo legal, era, pois, obrigatório verificar se existia ou não uma solução alternativa viável e razoável. E isto não foi feito pelas autoridades responsáveis pelo Património.
Em visita ao local, pareceu-nos que poderia existir essa solução alternativa, pelo que contactámos os técnicos que estavam a elaborar alternativas ao projecto do IEP para o resto do percurso da CRIL, para que verificassem a possibilidade de a rebaixar de forma a não colidir com o Aqueduto.
A dificuldade estava em conhecer as cotas da fundação do Aqueduto visto estas não aparecerem nos projectos do IEP, o que, aliás, nos confirma no facto de nunca ter sido preocupação daquele organismo a salvaguarda do monumento. Foram sendo feitas soluções sem alterar a posição em planta procurando fazer a ligação ao nó da Buraca com a menor inclinação. O projecto do IEP, colidindo com o Aqueduto, tinha uma inclinação de 4% entre a passagem debaixo do Caminho-de-ferro, ponto obrigatório e fixo. É nessa altura que a OPRURB divulga a declaração «Aqueduto das Águas Livres ameaçado» em 05/05/04 (documento 5; clique no número ou na miniatura à direita para abrir o documento numa nova janela), já que se desenhava uma solução alternativa viável.
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